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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

O CARNAVAL PELO MUNDO

O carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Porém, o carnaval não é uma invenção brasileira nem tampouco realizado apenas neste país. A História do Carnaval remonta à Antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma.



A palavra carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã.


Veja algumas imagens do carnaval pelo mundo.

Bellinzona, Suíça.

Quebec, Canadá.

Ciudad Rodrigo, Espanha.

Nombre de Dios, Panamá.

Fort de France, Martinica.

Las Palmas, Canárias.

Ivrea, Itália.

Mohacs, Hungria.

Nova Orleans, EUA.

Veneza, Itália. 

Dusseldorf, Alemanha.
Abuja, Nigéria.



quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

DISPOSITIVO "ANTIMENDIGO" EM BAIRROS RICOS DE LONDRES

09/06/2014 

     Pequenos espetos de metal foram colocados na fachada de um conjunto de flats para impedir que moradores de rua e pedintes permaneçam no local.
     A instalação de dispositivos "antimendigos" em prédios de alto padrão no centro de Londres tem despertado uma série de protestos nas redes sociais. Esse tipo de alteração arquitetônica posta em prática para afastar moradores de rua e pedintes de certos locais da cidade é questionado pelos internautas, que classificam os dispositivos de "monstruosidade" e "absurdo".
      A polêmica começou depois que uma foto flagrou os pequenos espetos pontiagudos embutidos na fachada de um conjunto de flats, instalados para espantar mendigos e impedi-los de dormir no local. Compartilhada à exaustão na web, a foto viralizou e instigou o debate das medidas "antimendigos". Os mais críticos afirmam que estão tratando os desabrigados "como pombos", comparando os dispositivos intalados aos utilizados para afastar as aves.
Ver imagem no Twitter
     "Tinha uma pessoa sem-teto dormindo aqui cerca de um mês e meio atrás. Aí, há umas duas semanas, eles instalaram esses objetos. Acho que é para espantá-los", disse ao jornal britânicoThe Telegraph uma mulher que vive no conjunto de flats.
     Sob a hashtag "#AntiHomelessSpikes" ("espetos antimendigos"), usuários do Twitter começaram a compartilhar fotos de outros locais da cidade em que esse tipo de dispositivo pode ser encontrado. Segundo instituições de caridade que atuam na área, a prática não é nova; pelo contrário, vem sendo usada há décadas para afugentar moradores de rua.

Ver imagem no Twitter
Após a polêmica, cartazes de protesto puderam ser vistos na fachada do flat: "Casa e não espetos":
     No vídeo abaixo, é possível ver uma investigação feita em 2003 por uma produtora francesa sobre "arquitetura antimendigo" na capital Paris. Aqueles que resistem são chamados de faquirs, em referência ao termo do islamismo que diz respeito a pessoas pobres que peregrinavam por diferentes povoados praticando exercídios de resistência à dor, como deitar-se numa cama de pregos.

"É um escândalo que qualquer pessoa tenha que dormir na rua no Reino Unido em pleno século XXI. Mesmo assim, nos últimos três anos o número de moradores de rua subiu fortemente no país inteiro, chegando a impressionantes 75% em Londres. Por trás desses números, há pessoas reais lutando contra a falta de moradia e cortes em benefícios sociais que os ajudariam a reconstruir suas vidas", assinalou Katharine Sacks-Jones, chefe da Crisis, ONG britânica que cuida de moradores de rua no país.


Fonte: Opera Mundi

sábado, 27 de janeiro de 2018

UM VIADUTO COMO VOCÊ NUNCA VIU!

   Nas proximidades de Magdeburg, Alemanha, existe um viaduto diferente. Ao invés de duas estradas que se cruzam, o Wasserstraßenkreuz é uma ponte hidroviária sobre o rio Elba. 

Wasserstraßenkreuz.
   Como na Europa as hidrovias são bem desenvolvidas e movimentas, obras do tipo são necessárias para facilitar a circulação das embarcações. 

Wasserstraßenkreuz - tráfego de embarcações.


   A obra, que tem 918 m de comprimento, começou a ser construída em 1997 e ficou pronta em 2003, com um custo de aproximadamente 500 milhões de euros. A ponte, cuja forma lembra o casco de um navio e é preenchida de água, liga dois canais hidroviários: o Mittelland e o Elba-Havel.


Explore a região no mapa abaixo.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

10 CIDADES PLANEJADAS VISTAS DE CIMA

A maioria das cidades planejadas, provavelmente, não são projetadas com a visão do espaço em mente, mas algumas delas criam incríveis padrões sobre a paisagem que só podem ser verdadeiramente apreciados do espaço, como podemos visualizar na imagem abaixo, de Canberra.

Canberra, Austrália.
Boa parte delas são construídas a partir do zero e nascem de muitas inspirações diferentes. Além disso, são projetadas com alguns objetivos essênciais em mente: otimizar o fluxo de tráfego, maximizar o acesso a espaços verdes e manter tudo no seu devido lugar. Algumas são um compromisso entre duas cidades que estão competindo para ser a capital de seu país – e por isso construídas em um território neutro e em espaços supostamente subdesenvolvidos –, algumas são construídas para manter operários perto de seus locais de trabalho e outras têm a intenção de ser uma espécie de utopia conjugando jardins públicos, passeios, ruas e rodovias em harmonia, a fim de curar a “doença urbana” desenfreada das grandes metrópoles.

Essas vilas, cidades e comunidades podem ser encontradas em todo o mundo. A capital do Brasil – concebida num plano urbanístico conhecido como “Plano Piloto” – com suas formas, funcionalidades e contexto histórico particulares, é um ótimo exemplo desses centros urbanos que não são meros frutos do acaso.

Brasília, Brasil.
Veja abaixo uma série de imagens que nos apresenta as mais impressionantes vistas de cidades planejadas ao redor do mundo sob uma perspectiva espacial.

El Salvador, Chile.
Adelaide, Austrália.
Jaipur, Índia.
La Plata, Argentina.
Washington D.C., EUA.
New Haven, EUA.
Palmanova, Itália.
Belo Horizonte, Brasil.
Localize no mapa as 10 cidades apresentadas:

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

PARECE REAL, MAS É CHINA !

Os chineses são capazes de copiar quase tudo, de brinquedos a roupas de luxos, de eletrônicos a artes. E agora, arquitetos chineses conseguiram levar a atmosfera europeia para o oriente. Em algumas partes da China existem réplicas em tamanho real de cidades europeias! Para os geógrafos fica a pergunta: tá, mas e a autenticidade disso tudo? Não seriam essas réplicas "deslugares", como afirmou o geógrafo Edward Relph?

Ponte Alexandre III, da França, em Tianjin.

Castelo de Maisons-Laffitte, da França, em Pequim.

Florença, da Itália, em Tianjin.

Ponte da Torre de Londres em Suzhou.

Torre Eiffel e Arco do Triunfo no Parque temático de Shenzhen.

Outra réplica de Paris, agora bem maior, em Tianducheng.

Hallstatt, da Áustria, em Guangdong.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

MAO TSÉ-TUNG É VOCÊ ?


Para a galera que acha que somos de "esquerda" indico este documentário que não fala tão bem dele.

A Fome de Mao ( https://goo.gl/99qpzJ)

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

ILHA NA ÁFRICA

Ilha Maurícia localizada a 2000 km  a sudeste de África. Ela emite uma ilusão de ótica impressionante de que a ilha se encontra em cima de uma grande cachoeira. 

Na verdade não há muita diferença na profundidade , mas as ondas recuando interferem no brilho da areia no oceano, dando a ilusão de uma cachoeira.

Imagens via: (sentido horário) Kulfoto, o Google Maps, St Regis Mauritius


terça-feira, 19 de setembro de 2017

FOTOS DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL RESTAURADAS EM CORES

   Para o 100º aniversário da "Guerra para acabar com todas as guerras", uma equipe da Universidade Aberta do Reino Unido buscou através de arquivos fotográficos encontrar imagens significativas da Primeira Guerra Mundial. A Universidade contratou um especialista em restauração de fotos para colorir algumas imagens e o resultado ficou bem bacana. Veja algumas fotos.


Members of the 1st Australian Imperial Force at a camp in Australia around 1916. Photo from State Library of South Australia/the Open University
Os membros da Primeira Força Imperial Australiana em um acampamento na Austrália (1916).

Photo from the London Transport Museum. Restoration by the Open University
Pombos-correio viajavam em pombais construídos na parte traseira do ônibus. 

Photo from the State Library of South Australia. Restoration by the Open University
Crianças passeando durante um  evento para angariar fundos para a Cruz Vermelha, em Adelaide, na Austrália. A Cruz Vermelha foi fundada em 1881 por Clara Barton, em Washington, DC, mas cresceu aos trancos e barrancos durante a Grande Guerra. Em 1914, a organização de ajuda tinha apenas 17.000 membros. Em 1918, a participação cresceu para 20 milhões.

Photo from The British Library. Restoration by the Open University
As armas químicas eram uma ameaça para a saúde humana. Infantaria indianas usa máscara de proteção nas trincheiras em 1915.

Photo from the Canadian Library and Archive. Restoration by the Open University
Membro do Corpo de Veterinários Canadenses e seu cavalo, ambos usando máscaras.
    
Photo from The British Library. Restoration by the Open University
Confortos pessoais eram poucos para os soldados nas trincheiras. Acima, um soldado recebe um corte de cabelo de um barbeiro na frente albanesa (1918).

Photo from the State Library of South Australia. Restoration by the Open University
Cleveland Frank Snoswell retorna para Adelaide após o fim da Grande Guerra. Mais de 60 mil dos mais de 400 mil soldados australianos que serviram morreram durante os conflitos.

Terceiro Batalhão de Infantaria do exército canadense com seu mascote (agosto de 1916).

Grupamento de soldados avança pelas trincheiras sobre sacos de areia (1915).

Regimento de artilharia de campo do Império Alemão com um Felkanone 96 (1914).



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